20 março 2017

8 motivos para você assistir the 100

Alô alô, meus amô! Sabem quando você gosta tanto de uma série que quer fazer o mundo inteiro assistir? Pois então, é isso que tá acontecendo comigo e esse é o motivo de eu ter escolhido falar sobre The 100 hoje. Terminei de assistir semana passada e ainda tô sentindo um vazio aqui enquanto espero pelo próximo episódio, então nada melhor do que indicar ela por aqui, né não?
SINOPSE: Quando uma guerra nuclear destruiu a civilização e o planeta Terra, os únicos sobreviventes foram 400 pessoas que estavam em 12 estações espaciais em órbita. 97 anos e três gerações depois, a população já contava com 4 mil pessoas, mas os recursos já são escassos. Para garantir o futuro, um grupo de cem jovens é enviado à superfície da Terra para descobrir se ela está habitável. Com a sobrevivência da raça humana em suas mãos, estes jovens precisam superar suas diferenças e unir forças para cruzar juntos o seu caminho. (AdoroCinema)
Agora vamos aos motivos!
Uma cena do primeiro episódio pra matar a saudade.
1. A história é diferente
Quantas séries teens por aí você conhece que seguem mais ou menos o mesmo estilo? Pois é, The 100 é diferente. Como já foi dito, The 100 é uma série pós-apocalíptica que conta a história de cem jovens enviados a Terra pra checar se ela é habitável, afinal, os recursos do espaço (que era onde eles viviam) já estavam acabando. E sim, a Terra é habitável, mas isso é diferente de segura (afinal, quem foi que disse que eles estariam sozinhos aqui?), o que significa que eles vão passar por diversos desafios, lutas, e situações muito complicadas.
2. Ninguém é 100% mau e nem 100% bom.
Não dá nem pra contar nos dedos quantas vezes já odiei e amei o mesmo personagem nessa série. Eles simplesmente fazem o necessário pra ficarem vivos e ajudarem seus povos, e isso ás vezes implica em decisões muito complicadas e que prejudicam outras pessoas (por mais que eles tentem escolher o melhor pra pra todos). Só que você consegue entender porque eles tomam tais decisões, você consegue, de fato, entender as razões de todos eles, até as dos mais babacas (juro). É por isso que eu digo que The 100 mexe muito com a nossa moral real oficial e nos faz pensar "Se eu tivesse no lugar dessa pessoa, nessa situação, o que eu faria? Como eu faria?"
Comandante Lexa, vulgo o amor da minha vida.
3. Personagens reais. Problemas reais.
Uma coisa que eu gosto muito em The 100 é que parece muito real, você realmente consegue imaginar uma situação assim num futuro (eu espero que) bem longe. Os personagens são muito reais, têm várias fraquezas, imperfeições, dores e fazem o que é preciso pra sobreviver. As falhas nos equipamentos e nos planos, as decisões que eles tomam e até mesmo a própria situação da Terra: é tudo muito real life. Dá pra trazer os problemas pra nossa realidade também, escassez de alimentos, brigas por território, por diferenças culturais, povos que se aliam quando precisam e quebram promessas querendo ter vantagem... Parece muito como a nossa sociedade agiria nessas situações.
4. A evolução dos personagens.
Quando os cem são mandados pra Terra eles são apenas adolescentes indo explorar o desconhecido, mas com tanta coisa que acontece, eles precisam amadurecer de uma forma muito rápida. A evolução rápida dos personagens é algo muito compreensível, eles estão sozinhos em um lugar totalmente desconhecido, tentando fazer as coisas funcionarem com o pouco que têm, por isso é incrível ver o quanto eles cresceram depois de terem passado por tanta coisa.
Clarke, Bellamy e Octavia 
5. Eles não têm medo de ferir/matar os personagens principais.
Ok, isso não é tão legal assim pra quem, assim como eu, se apega muito a personagens, mas não dá pra negar que torna tudo mais real. Pessoas morrem sejam elas boas ou não, queridinhos ou não, e em The 100 não tem essa de ter medo de ferir personagens importantes. Os principais não se safam de nada, mesmo que sejam amados pelo público.
6. Girl power. Muito girl power.
Mulheres líderes, mulheres fortes e decididas. Tem médica, tem mecânica (trabalho que normalmente é interpretada por homens, né?), tem guerreiras. É muito girl power em The 100 sim, adoro!
Raven (aliás, considero ela uma das personagens mais fortes e úteis da série toda. Amém, Raven!)
7. The 100 não é só luta, existem relacionamentos também.
E não só relacionamentos do tipo que você tá pensando. A série foca sim em alguns relacionamentos amorosos (já adianto que existe uma briga bem grande de shippers. Eu sou team Clexa, aliás), mas também foca em amizades, amor materno e paterno e amor de irmãos, o que é muito legal, né?
8.Sim, tem na Netflix.
A terceira temporada de The 100 chegou na Netflix faz pouco tempo, mas chegou! Atualmente a série se encontra na quarta temporada (e a quinta já foi confirmada!). Agora só nos resta pedir muito pra Netflix liberar a quarta por lá também, né?


E por hoje é só amores! Agora me contem, vocês já conheciam The 100? 

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15 março 2017

Texto | Ei, tu, vamos espalhar coisas boas?

Foto: Allef Vinicius 
Eu tenho mania de escrever sobre desilusões e coisas tristes e profundas, e se você der uma olhada nos textos daqui, vai reparar que é verdade. Essas coisas tristes, geralmente, ficam bonitas pra caramba quando colocadas em um texto, mas sentimentos assim ficam bonitos só no papel mesmo (ou na tela do computador), e na vida real, não é bem desse jeito. Bonita de verdade é a sensação de prazer que a gente sente quando faz alguém rir. Bonito de verdade é ver o sorriso que as pessoas abrem quando recebem um elogio. Bonito de verdade é o tanto de carinho que a gente sente quando tá dentro de um abraço. 
Sabe quando você se sente tão bem em ter ajudado alguém que quando aquela pessoa agradece parece que você acabou de ganhar o mundo inteiro? Ou quando você tá rodeada de amigos e pessoas do bem, simplesmente conversando e rindo, tendo um momento de felicidade pura? E quando você consegue alguma coisa pela qual estava batalhando há algum tempo e é inevitável se sentir no topo do mundo? Pois então, é disso que eu tô falando. A nossa geração é campeã em levar tudo ao extremo, principalmente quando não são coisas tão boas assim. A gente banaliza doenças sérias como depressão e ansiedade (é só ver nos tumblrs da vida) e o ódio gratuito rola solto pelas redes sociais. Em tempos assim, ações como "o fulano devolver a carteira com dinheiro de sicrano" são tão raras que se tornam notícias. No-tí-ci-as. Algo que devia ser, pelo menos na minha percepção, o normal e o que todos deviam fazer. 
Mas e se a gente decidisse, de uma vez por todas, ser campeões em levar tudo de bom ao extremo? Banalizar, sei lá, as boas ações? E se ao invés do ódio gratuito, nós distribuíssemos amor? Se a gente passasse metade do tempo elogiando as coisas que a gente gosta ao invés de gastar esse tempo jogando ódio gratuito nas coisas que não nos agradam, eu tenho certeza de que o mundo seria um pouco melhor. Porque que você, você mesmo, que fica achando que as celebridades fazem tudo por marketing, não vai lá e faz também? Rihanna já disse: "se você tem um centavo, você tem muito" e é a mais pura verdade. Pode ter alguém precisando daquela roupa que você não usa mais, aquela que tá no fundo do armário, sabe? Pode ter um amigo precisando de conselhos por aí. Pode ter uma pessoa precisando urgentemente de um elogio, ou algum desconhecido que precise ouvir um "bom dia" na rua. Por que não? Não é preciso muito pra ajudar e fazer alguém sorrir de novo, e muitas vezes, um ombro amigo e palavras de conforto, ou talvez um silêncio que grite "ei, tô aqui do teu lado se você quiser falar" já bastam. O mundo tá cheio de gente ruim, não precisa de mais, mas também tá cheio de gente boa por aqui. O importante é lembrar que se você é e está rodeado de pessoas boas, tá ótimo, continue assim, mas se você ainda não encontrou uma, seja uma.
E por hoje é só, amores, mas antes de ir queria agradecer porque a página do LG finalmente chegou a 200 curtidas, que coisinha mais linda! Obrigada aos envolvidos, tá?
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11 março 2017

TAG | Complete a frase

ALÔ ALÔ, MEUS AMÔ! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim. É o seguinte: um tempinho atrás eu fui indicada pelas meninas do Boas de Papo pra responder essa tag (obrigada, suas lindas!) e, claro, hoje vim aqui pra realizar o pedido. Maaas antes de começar eu quero desejar um feliz dia das mulheres pra vocês, e não é atrasado não, porque todo dia é nosso dia, ba dum tss, mas sério, todo dia é dia de refletir e lutar pelos nossos direitos. Agora sim, bora?
REGRAS:
Completar todas as frases.
Repassar para 10 blogs.
Marcar quem te indicou.
Comentar com o link de suas respostas.
1. Sou muito... 
Indecisa, e boa parte da minha indecisão tem origem na minha insegurança e medo das coisas não funcionarem. Eu sempre fico pensando "Ok, eu vou escolher esse, mas e se der errado? Então eu vou escolher o outro, mas pera, pode dar errado também... E agora?". Odeio isso e tô tentando mudar.

2. Não suporto... 
Maldades. E com maldade eu quero dizer qualquer coisa que seja ruim, tipo preconceito, desrespeito, machismo, intolerância, falta de empatia... Todas essas coisinhas que parecem pequenas, mas são, na verdade, muito grandes e prejudiciais tanto pra pessoa que reproduz essas coisas, quanto pras pessoas a sua volta.

3. Eu nunca...
Matei aula. Sim, aqui se encontra a maior nerd que vocês respeitam hahaha. Eu nunca matei aula, sempre sabia a data das provas e trabalhos, tirava nota alta em tudo. Eu, basicamente, era aquela que dava cola prazamiga tudo.

4. Eu já briguei... 
Por causa de gincana de colégio. Eu não costumo brigar e, quando brigo, são brigas tipo a Guerra Fria: não tem guerra armada, só umas guerras ideológicas mesmo HAHAHA (piadinha meio nerd, perdoem e não desistam de mim). Uma das "guerras ideológicas" mais fortes que eu tive até hoje foi com os meus amigos durante a gincana da escola. Nossas turmas eram 100% rivais e isso fez a gente se evitar praticamente a gincana toda. 

Fonte: Tumblr
5. Nesse exato momento...
Eu tô tomando chá de erva doce (amo), comendorespondendo essa tag e olhando em volta do quarto procurando meu carregador já que o meu celular acabou de avisar que tá ficando sem bateria.

6. Quando criança...
Eu achava que o meu signo era unicórnio. Sério, gente, vocês conseguem imaginar o tamanho da minha decepção quando descobri que o certo era capricórnio e não unicórnio? Foi uma dor sem igual. 

7. Eu morro de medo... 
De não realizar meus sonhos. Desde o início do ano, quando não consegui entrar na faculdade federal, eu tenho tido um medo constante de morrer sem conseguir fazer tudo que eu quero primeiro. Paranoias, né, minha gente?

8. Eu sempre gostei...
De música. Eu já repeti mil vezes no blog o quanto a música é importante pra mim, mas é porque é verdade! Desde pequena eu me conecto com as letras que escuto e viajo pra outro mundo através das melodias.

9. Se eu pudesse... 
Faria um intercâmbio agora mesmo. De preferência pro Canadá ou pra Los Angeles, quem sabe?

Fonte: Tumblr
10. Fico feliz quando... 
Um momento é tão bom que eu eu me sinto em um filme. Não sei se isso acontece com vocês também, mas tem momentos em que eu literalmente me sinto dentro de um filme. Por exemplo, quando eu e os meus amigos estamos andando de carro, com uma de nós dirigindo, o rádio ligado em alguma música digna de trilha sonora e todo mundo cantando junto, vai dizer que não parece uma cena clássica de amigos viajando juntos?

11. Se eu pudesse voltar no tempo... 
Eu faria tudo que não fiz por medo e vergonha. Como eu disse na primeira pergunta, eu ainda sou um pouco insegura, mas antigamente eu era umas 300x mais e acabei perdendo várias oportunidades e amizades por causa disso.

12. Adoro... 
Cheiro de gasolina e de álcool. Gente do céu, como que pode existir uns cheiros tão bons assim, hein?
Fonte: Tumblr | Wanderlust é o desejo incontrolável de viajar.
13. Quero muito viajar... 
Pra Califórnia e pro Canadá. Na verdade, eu quero rodar o mundo todinho, mas esses dois destinos são os que eu mais quero desde que me conheço por gente.

14. Eu preciso...
De algo pra fazer. Minha gente, não tá sendo fácil esse período da minha vida. Não tenho escola, não tenho cursinho, ainda não trabalho e tudo que ando fazendo é aula de canto, mas só isso não supre minhas necessidades, preciso de mais se não eu vou enlouquecer, sérissimo.

15. Não gosto de ver... 
Preconceito e violência contra qualquer um, não importa com quem ou onde seja.

E os indicados?
Não vou indicar ninguém não. Deixo a tag livre aí pra quem sentir vontade de responder, ok? Ah, e se você responder, não esquece de me mandar o link pra eu ver as suas respostas também!
É isso, gente! Espero que tenham gostado da tag e até o próximo post!

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06 março 2017

6 on 6 | Alguns livros por aí

ALÔ ALÔ MEUS AMÔ! Quem acompanha o blog há muito tempo sabe que eu já participei de um 6 on 6 e tinha parado. Deixei meu amor por fotografia escondidinho aqui desde 2015, mas esse ano decidi voltar pra esse tão amado projeto com mais 5 blogueiras incríveis. Pra quem não sabe muito bem o que é 6 on 6, é assim: todo dia seis de cada mês, eu e as outras meninas devemos postar seis fotos de um determinado tema (cada uma em seu blog), bem simples, né? O tema escolhido pra março foi livros! Tentei focar mais nos detalhes ao invés das capas e espero que vocês gostem da ideia!
Mergulhe em busca dos seus sonhos. Essa é a frase que inicia a segunda parte do livro Morte e Vida de Charlie St. Cloud, livro que, admito, comecei a ler e parei por pura preguiça (shame on me). Alguém aí já leu? Me conta o que achou!

Como Eu Era Antes de Você tem resenha por aqui (clica!) e foi um dos livros que eu mais gostei de ler em 2016. Aliás, li em dois dias e não fiquei entediada em momento algum. A história é maravilhosa e os personagens são muito reais, com dores e atitudes muito reais também. No final você fica refletindo pra caramba, e na minha opinião, livros que nos fazem pensar são sempre os melhores. Enfim, só tenho elogios!

Quem me segue no Instagram já viu essa foto por lá, mas ela é tão lindinha que decidi incluir aqui também. Um Dia é o livro que tô lendo no momento e embora eu esteja lendo lentamente (mesmo, tipo uma tartaruga, tô até com vergonha de mim) eu tô gostando bastante, viu? Ás vezes até me vejo um pouco na Emma, não que isso seja bom, até porque a bichinha é bem insegura, né? Mas, além disso, me identifico com certas coisas que ela fala, principalmente com a primeira frase do livro sobre fazer a diferença, talvez não no mundo inteiro, mas pelo menos um pouquinho ao nosso redor, pelo menos até onde a gente alcança.

Nunca mostrei o meu Destrua Este Diário por aqui, então vou aproveitar a oportunidade. Essa, com certeza, é uma das minhas páginas favoritas. Pra quem não conhece, a proposta do Destrua Esse Diário é usar a sua criatividade pra fazer o que o livro te manda, nesse dia a página me mandava jogar café na folha de algum jeito, aí eu joguei com a ajuda de um pincel e, pelo menos na minha cabeça, o resultado ficou demais. 

Outra página do meu Destrua Este Diário e fala sério, gente, sou uma artista HAHAHA. Eu tinha visto uma página assim no Pinterest e fiquei louca pra fazer no meu também, aí eu fiz! Pra quem não entendeu essa é a Miley Cyrus no clipe de Wrecking Ball (aquele que ela quebra tudo que vê pela frente) e né, como a página tava me mandando arrebentar a lombada, eu desenhei a placa de uma lombada e botei a Miley pra destruir com a sua bola da destruição HAHAHA. (sim, eu sei que ele quis dizer a lombada do livro, mas nas regras tá dizendo que se pode interpretar como quiser, ué)

E por último, mas não menos importante, essa fotinho com as cores do arco íris invadindo a minha cama. Vai dizer que não é tá a coisinha mais lindja? Ah, e o livro é A Última Música do Nicholas Sparks que eu ainda não li, mas comprei porque sim. Alguém mais também compra livros por impulso? Favor se apresente pra eu não me sentir sozinha hahaha.

Ah, não esqueça de dar uma olhada nas fotos das meninas:
E por hoje é só, amores! Espero que tenham gostado e não esqueçam de dizer qual foto foi a sua favorita. Um beijão da Gabs!

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